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	<title>Arquivos Univoz - Univoz | Especialista em Comunicação Humana</title>
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	<description>A Univoz propõe soluções sob medida para empresas que buscam o desenvolvimento de seus colaboradores, com projetos totalmente adequados às suas expectativas e necessidades.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 Dec 2023 21:41:52 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Univoz - Univoz | Especialista em Comunicação Humana</title>
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		<title>Sucesso em Equipe: Entenda como chegar lá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Univoz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 18:34:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Univoz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sucesso de uma equipe está muito relacionado com a forma como um líder a conduz. A liderança é essencial para incentivar e engajar, manter a equipe calibrada, desenvolver talentos, alinhar metas e resultados que deverão ser alcançados. Para isso o líder precisa de habilidades bem específicas que podem ser lapidadas para essas atribuições tão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso de uma equipe está muito relacionado com a forma como um líder a conduz. A liderança é essencial para incentivar e engajar, manter a equipe calibrada, desenvolver talentos, alinhar metas e resultados que deverão ser alcançados. Para isso o líder precisa de habilidades bem específicas que podem ser lapidadas para essas atribuições tão importantes junto ao seu time. Ser generoso, respeitoso, e se comunicar bem com cada participante individualmente e com todos como um time são alguns dos pilares do seu trabalho.</p>
<p>Pensando nisso, uma iniciativa da Google, chamado de Projeto Oxygen se propôs a estudar como as qualidades do gestor aumentaram o sucesso de uma equipe. Eles descobriram 8 pontos muito interessantes que fazem toda a diferença no sucesso das equipes, como a necessidade de ser um líder coach com disponibilidade para feedbacks individuais, ter alta capacidade de comunicação com todos, demonstram interesse genuíno pelos colaboradores e, não menos importante, sabem manter todos engajados e orientados para os resultados a serem alcançados, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em nossos <strong>treinamentos de liderança</strong> atuamos fortemente nesses pilares e concordamos com a pesquisa da Google. Então, com base neste projeto e seus ensinamentos, e no que acreditamos e treinamentos em nossas trilhas de aprendizado para liderança, vamos discorrer nesse texto sobre 3 desses pilares encontrados no perfil de um líder de uma equipe de sucesso:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong><u>Ser tecnicamente competente</u></strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para ter um time completo, o caminho é ter consigo diversos talentos. É importante você ter profissionais com habilidades técnicas, operacionais e comportamentais distintas.  Esse é um importante diferencial, por isso, busque sempre se atualizar para poder ajudar seu time e saiba identificar e explorar o que cada profissional tem de melhor.</p>
<ol start="2">
<li><strong><u>Desenvolver sua equipe </u></strong></li>
</ol>
<p>Ninguém chega pronto e é atribuição do líder desenvolver sua equipe para atingir os resultados esperados. A <strong>Educação corporativa </strong>bem estruturada, com visão de futuro, com estratégias de treinamentos, feedbacks e coachings, e dentro de uma trilha de aprendizado deve apoiar líderes e colaboradores no crescimento mútuo. Cabe ao líder fazer essa interface com a Educação corporativa, buscando as estratégias mais adequadas para desenvolver as suas habilidades de líderes, como as escolas e <strong>treinamentos de liderança</strong>, coaching e outras capacitações, e aquelas a serem estimuladas em sua equipe.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Excelente comunicador</strong></li>
</ol>
<p>Complementando a visão do Projeto Oxygen, uma pesquisa recente identificou que entre as 5 habilidades mais importantes de um líder, a comunicação era a principal. Uma comunicação assertiva e de resultados, envolve a capacidade de ser claro garantindo que todos entendam, a habilidade de ser direto sem ofender, a prática dos conceitos da CNV (comunicação não violenta) principalmente da empatia ao contemplar o outro com atenção e dedicação, e as habilidades de um líder coach, que entre tantos atributos, vibra ao passar orientações e contribuir com o desenvolvimento e treinamento da equipe, considerando como parte de suas atribuições. Um bom planejamento da <strong>Educação corporativa</strong> deve contemplar o desenvolvimento máximo da competência comunicativa dos líderes e da sua <strong>inteligência emocional</strong> aplicada à comunicação, trabalhando suas habilidades pessoais e interpessoais, ampliando sua percepção para a forma como você se comunica e como sua equipe gostaria de ser ouvida. Essas habilidades aproximam pessoas e fortalecem equipes.</p>
<p>Em um outro artigo falaremos sobre os outros pilares da liderança de uma equipe de sucesso</p>
<p><a href="https://univoz.com.br/artigos/artigo-sucesso-equipe-UNIVOZ.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13654" src="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419-237x79.jpg" alt="" width="237" height="79" srcset="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419-237x79.jpg 237w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419.jpg 240w" sizes="(max-width: 237px) 100vw, 237px" /></a></p>
<p><center></center>[agenda]</p>
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		<title>4 pilares para líderes manterem funcionários engajados baseados em Maslow</title>
		<link>https://www.univoz.com.br/4-pilares-para-lideres-manterem-funcionarios-engajados-baseados-em-maslow/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Univoz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2018 20:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Univoz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ter funcionários satisfeitos é um grande objetivo de toda empresa que sabe da importância do fator humano para o seu sucesso e longevidade. Quanto mais satisfeito estiver um funcionário, sua motivação se amplia e acaba tornando-se mais produtivo. Isso atende aos anseios das empresas e dos colaboradores por resultar em felicidade e satisfação com o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ter funcionários satisfeitos é um grande objetivo de toda empresa que sabe da importância do fator humano para o seu sucesso e longevidade. Quanto mais satisfeito estiver um funcionário, sua motivação se amplia e acaba tornando-se mais produtivo. Isso atende aos anseios das empresas e dos colaboradores por resultar em felicidade e satisfação com o que fazem, e a produtividade com qualidade será uma consequência.</p>
<p>É uma somatória de fatores:</p>
<p style="text-align: center;">+ felizes ᗒ + satisfeitos ᗒ + motivados ᗒ + produtivos ᗒ + qualidade ᗒ + resultados</p>
<p>E essa equação depende muito do papel do líder que precisa ter foco no individual e no coletivo:</p>
<p>entender o perfil e os anseios de cada colaborador e as necessidades como equipe, entender os resultados e metas estabelecidos pela empresa, e como todos percorrem um caminho único rumo ao mesmo objetivo. Ou seja, como engajar todos na mesma meta.</p>
<p>Pensando nisso, podemos mencionar uma das mais importantes teorias da motivação que envolve aos pensamentos do psicólogo e filósofo americano, Abraham H. Maslow. Segundo ele, todo ser humano possui necessidades hierárquicas, ou seja, em uma escala de valores, onde eles irão buscar naturalmente formas de satisfazê-las. Essas necessidades apresentadas por Maslow, podem ser organizadas da mais importante, para a menos importante, o que varia de pessoa para pessoa. Elas podem ser divididas em necessidades básicas ou fisiológicas, de segurança, sociais ou de associação, status ou auto estima e de auto realização.</p>
<p>O mais interessante é que essa teoria pode muito bem ser aplicada pelas lideranças para engajar seus colaboradores.   Nós separamos alguns tópicos para ajudar você, como líder a incorporar essas importantes necessidades com os seus funcionários.</p>
<h2>Um bom ambiente de trabalho favorece as necessidades fisiológicas</h2>
<p>As necessidades fisiológicas apresentadas por Maslow demonstra que precisamos de questões básicas para nos sentirmos bem no ambiente de trabalho.  Os colaboradores terão maior satisfação com o trabalho se tiverem acesso recursos de tecnologia e de ergonomia (mobiliário, iluminação, temperatura, entre outros) , um horário de almoço com duração adequada para refeição e um local apresentável para realizar refeições, um local para descanso nos intervalos, um ambiente organizado e limpo, etc.  O líder pode ficar atento a essas necessidades e propor adaptações que atendam sua equipe.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-6049 aligncenter" src="https://univoz.com.br/wp-content/uploads/2018/10/univoz.jpg" alt="" width="731" height="487" srcset="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2018/10/univoz.jpg 960w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2018/10/univoz-300x200.jpg 300w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2018/10/univoz-768x512.jpg 768w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2018/10/univoz-391x260.jpg 391w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2018/10/univoz-270x180.jpg 270w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2018/10/univoz-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 731px) 100vw, 731px" /></p>
<h2>Se sentir parte da empresa ajuda nas necessidades de segurança</h2>
<p>Todo mundo possui a necessidade de pertencimento, e isso é valido para os ambientes familiares, sociais e de trabalho. Dentro do ambiente corporativo, o funcionário que é reconhecido por sua remuneração conforme o mercado, possui benefícios que complementem seus ganhos, tem clara a satisfação da liderança com seu desempenho por meio de feedbacks ou momentos de elogio, é solicitado em tarefas desafiadoras mostrando que o líder confia e acredita nele, entre outros, sente que pertence àquela instituição e vê as necessidades de segurança sendo atendidas. Esse é um fator essencial para o engajamento e desenvolvimento de suas habilidades.</p>
<h2>Ter boas relações de trabalho atende as necessidades sociais</h2>
<p>Uma grande motivação dentro de um ambiente de trabalho são as amizades com nossos companheiros. A necessidade social de Maslow aborda o quanto o ser humano precisa se relacionar para se sentir vivo. Por conta disso, criar laços afetivos de trabalho geram boas relações. O líder que é próximo, que sabe dos históricos de seus colaboradores, que valoriza sua cultura e gera proximidade também atende a necessidade social de cada um e promove engajamento.</p>
<h2>Reconhecimento ajuda nas necessidades de autoconfiança, auto estima e autorealização</h2>
<p>Para nos sentirmos seguros profissionalmente, é importante ter autoconfiança. Isso ajuda a gerar respeito e traz o reconhecimento profissional que tanto buscamos. Para isso o investimento em <a href="http://univoz.com.br/solucoes-corporativas/educacao-corporativa/"><strong>Educação Corporativa</strong></a> é essencial. Capacitar os colaboradores com treinamentos, feedbacks e preparando-os com <a href="http://univoz.com.br/solucoes-corporativas/educacao-corporativa/curso-de-lideranca/"><strong>curso de liderança</strong></a> para que cresçam na empresa, valoriza o colaborador, promove seu empoderamento nos papeis que desempenha e em suas atribuições. Isso atende as necessidades de auto realização da escala de Maslow.</p>
<p>O bom líder que quer engajar sua equipe, ajuda o seu funcionário a crescer quando apresenta feedbacks e o promove por uma atitude positiva.  Com isso atende a necessidade do colaborador de auto estima. Além disso, deve promover o reconhecimento, oferecer oportunidades para que se desafiem e superem as expectativas demonstrando que podem ir mais longe o que atende a necessidade de demonstrar sua capacidade e de auto realização.  Sem essas estratégias e preocupações do líder, os funcionários não visualizam o propósito no trabalho e a desmotivação é um comportamento perigoso e real.</p>
<p>Preparar os líderes com <strong>curso de liderança</strong> ou <a href="http://univoz.com.br/solucoes-para-voce/coaching/coaching-em-competencia-comunicativa-profissional/"><strong>coaching executivo</strong></a> que desenvolva suas habilidades de engajar os colaborares no propósito da empresa por meio desse olhar para a pirâmide de Maslow pode atender desde as necessidades mais básicas até as mais elaboradas da essência humana e obter os resultados esperados para pessoas e para as empresas.</p>
<p><a href="https://univoz.com.br/artigos/artigo-4-pilares-para-lideres_UNIVOZ.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13654" src="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419-237x79.jpg" alt="" width="237" height="79" srcset="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419-237x79.jpg 237w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419.jpg 240w" sizes="(max-width: 237px) 100vw, 237px" /></a></p>
<p><center></center>[agenda]</p>
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		<title>Palestrante: A importância da apresentação em público</title>
		<link>https://www.univoz.com.br/palestrante-a-importancia-da-apresentacao-em-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Univoz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2018 14:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Univoz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Palestrar não é somente pegar um microfone e falar o que vem na mente. É claro que isso pode acontecer algumas vezes, mas para ser um palestrante é preciso ter um conteúdo relevante, inédito ou com abordagem diferenciada. E, não é só isso, o profissional que deseja palestrar precisa ser preparado para fazer uma apresentação em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Palestrar não é somente pegar um microfone e falar o que vem na mente. É claro que isso pode acontecer algumas vezes, mas para ser um palestrante é preciso ter um conteúdo relevante, inédito ou com abordagem diferenciada. E, não é só isso, o profissional que deseja palestrar precisa ser preparado para fazer uma<strong> apresentação em público: </strong>ter postura, segurança na voz, passar conhecimento, saber se expressar, lidar bem com o improviso, encantar o público, entre outros.  Transmitir sua experiência e fazer disso sua missão de vida, seu trabalho, é algo muito atrativo, por isso, iremos falar de alguns desses itens a seguir. Confira:<strong> </strong></p>
<h2><strong>Discurso bem alinhado</strong></h2>
<p>Não adianta ser <em>expert</em> em um assunto, se a forma como você fala numa <strong>apresentação em público</strong> não está clara e alinhada com a informação que você deseja transmitir. Por isso, para ser um bom palestrante você precisa saber mais sobre <strong>oratória</strong>, que envolve, antes de tudo, trabalhar o que popularmente denominaram por “dom da palavra”. O bacana é que esse “dom” pode ser treinado. O ponto de partida é preparar o conteúdo de sua <strong>apresentação em público</strong>: observar se ele transmite uma mensagem positiva e útil, se tem coerência do começo ao fim amarrada com seu objetivo, se está falando numa linguagem clara que todos na plateia compreendam.</p>
<h2><strong>Transmitir conhecimento</strong></h2>
<p>Você será validado como excelente palestrante se perceberem que conhece, de fato, o assunto da palestra. Mas não basta demonstrar que sabe: as pessoas precisam entender o que diz.  Então, tenha muita clareza sobre o tema abordado, escolha uma forma fácil de explicar para que as pessoas entendam sua linha de raciocínio e tirem aprendizado disso.</p>
<h2><strong>Postura corporal</strong></h2>
<p>A postura, diante de qualquer situação, diz muito sobre como queremos nos comunicar. Nos 3 V of Communication, Albert Mehrabian da UCLA, EUA, cita o “V” do Visual (aquilo que se vê na apresentação, como a sua postura, gestos, movimentos, expressões faciais), como responsável por 55% do impacto gerado na comunicação. Por isso, busque conhecer o que você expressa com seus movimentos de braços, com o deslocamento no palco, sua forma de olhar para a plateia. Seu corpo fala muito sobre você e deve ajudá-lo na sintonia com seu conteúdo e público.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-5892 aligncenter" src="https://univoz.com.br/wp-content/uploads/2018/08/palestrante.jpg" alt="palestrante a frente da plateia" width="777" height="517" srcset="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2018/08/palestrante.jpg 1280w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2018/08/palestrante-300x200.jpg 300w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2018/08/palestrante-1024x682.jpg 1024w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2018/08/palestrante-768x511.jpg 768w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2018/08/palestrante-391x260.jpg 391w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2018/08/palestrante-270x180.jpg 270w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2018/08/palestrante-600x399.jpg 600w" sizes="(max-width: 777px) 100vw, 777px" /></p>
<h2><strong>Segurança na voz</strong></h2>
<p>Em uma<strong> apresentação em público, </strong>a voz é a grande protagonista: ela é o segundo “V” nas pesquisas de Albert Mehrabian já citados nesse texto. Mesmo um palestrante tímido ou pouco expressivo, pode aprender mais sobre sua própria voz. Um dos principais pilares da conectividade com o seu público é passar segurança pela voz, fazendo com que percebam a sua propriedade ao falar sobre o tema. Mas a voz na <strong>apresentação em público</strong> vai além de recurso para passar confiança: ela pode ser usada para motivar seu público, para fazer rir, para emocionar. Esse importante recurso é muito maleável e possível de ser transformado ao seu favor.</p>
<h2><strong>Estabelecer uma comunicação de mão dupla</strong></h2>
<p>Não há nada mais inspirador do que falarmos com nosso público quando acreditamos que temos uma mensagem a ser transmitida; essa é uma grande base da <strong>oratória</strong>. Além disso, é muito melhor quando nos comunicamos com a nossa audiência acreditando que eles também tenham algo a nos dizer. Esteja atento a sua plateia e aos sinais que ela transmite sobre estar entendendo, estar na mesma sintonia que você, parar para pensar na sua mensagem. Com essa atitude você ganhará a confiança do público.</p>
<h2><strong>Encante o seu público</strong></h2>
<p><strong> </strong>Não há melhor forma de conquistar seu público do que deixá-los encantados. Uma forma inteligente de fazer isso é contando histórias: a neurociência mostra o quanto o nosso cérebro retém muito mais as histórias contadas com envolvimento pessoal e veracidade, do que uma lista imensa de dados. Histórias ajudam a criar vínculos e a mostrar seu lado humano. Existe uma técnica para isso chamada de storytelling que você pode aprender em cursos de <strong>Técnicas de Apresentação</strong>. Com o passar do tempo, o maior conhecimento que eles irão lembrar é das histórias que você contou durante sua apresentação.</p>
<p>Os cursos de <strong>técnicas de apresentação</strong> e o<strong> coaching de comunicação</strong> são ótimas forma para aprender como transformas sua <a href="https://univoz.com.br/solucoes-para-voce/apresentacoes-de-impacto/apresentacao-em-publico/"><strong>apresentação em público </strong></a>mais impactante. <span style="text-decoration: line-through;"> </span>Assim, você poderá ter um pleno domínio para falar em público e ter sucesso em suas palestras. Quer saber mais sobre o <a href="https://univoz.com.br/solucoes-para-voce/coaching/coaching-executivo/"><strong>coaching de comunicação</strong></a>? Entre em contato conosco!</p>
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		<title>Entrevista: Ana Elisa Moreira-Ferreira, diretora técnica da Univoz conta os detalhes da sua participação no mais importante congresso de cuidados com a voz</title>
		<link>https://www.univoz.com.br/entrevista-ana-elisa-moreira-ferreira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Univoz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2018 16:56:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em cinco dias de congresso, a 47ª edição do The Voice Foundation – TVF, realizado na Filadélfia (EUA) apresentou à comunidade científica os últimos avanços em ciência e cuidados com a voz e comunicação humana. Entre os convidados, a diretora técnica da Univoz, Ana Elisa Moreira-Ferreira participou do painel “Programa de Saúde Vocal e Comunicação [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.univoz.com.br/entrevista-ana-elisa-moreira-ferreira/">Entrevista: Ana Elisa Moreira-Ferreira, diretora técnica da Univoz conta os detalhes da sua participação no mais importante congresso de cuidados com a voz</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.univoz.com.br">Univoz | Especialista em Comunicação Humana</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-indent: 40px; text-align: justify;">Em cinco dias de congresso, a 47ª edição do The Voice Foundation – TVF, realizado na Filadélfia (EUA) apresentou à comunidade científica os últimos avanços em ciência e cuidados com a voz e comunicação humana. Entre os convidados, a diretora técnica da Univoz, Ana Elisa Moreira-Ferreira participou do painel “<em>Programa de Saúde Vocal e Comunicação em empresas</em>&#8221; e se destacou por apresentar os resultados da Univoz em Programas de Saúde Vocal nas organizações. Além de contribuir com os seus conhecimentos adquiridos ao longo dos seus 30 anos de carreira, Ana Elisa trouxe importantes atualizações para a Univoz.</p>
<p style="text-indent: 40px; text-align: justify;">E para apresentar um pouco dos bastidores deste importante evento internacional, entrevistamos a Ana Elisa que revela algumas novidades e principais estudos relacionados à saúde e bem-estar da voz. Acompanhe:</p>
<p style="text-indent: 40px; text-align: justify; font-weight: bold;">• Em sua 47ª edição, o The Voice Foundation é considerado um importante congresso que reúne os principais profissionais da área de voz humana no mundo. Para você, representando a Univoz, qual é a importância deste convite em fazer parte de um painel?</p>
<p style="text-indent: 40px; text-align: justify;"><strong>Ana Elisa:</strong> O Brasil já vem se destacando em programas de Saúde Vocal Ocupacional e Programas de Competência na Comunicação, o que influenciou o convite para escrevermos um capítulo no livro <em>Voice Training Programas for Professional Speakers</em>. Diante desta oportunidade em desenvolver o tema, fui convidada pela segunda vez, a participar de um painel, o que para nós é motivo de grande satisfação e só reforça o quanto o nosso trabalho ao longo destes 20 anos de Univoz está consolidado e nos motiva a continuar levando saúde, bem-estar, qualidade de vida e melhores relacionamentos interpessoais para operadores de telesserviços, professores, jornalistas, líderes, executivos, palestrantes, entre outros profissionais.</p>
<p style="text-indent: 40px; text-align: justify; font-weight: bold;">• Além do reconhecimento pelo trabalho, o que foi mais positivo ter participado deste importante congresso internacional?</p>
<p style="text-indent: 40px; text-align: justify;"><strong>Ana Elisa:</strong> Como congressista, tive a oportunidade de conhecer o que há de mais atualizado em assuntos ligados aos cuidados com a voz e ao seu aprimoramento como um dos itens mais importantes para a comunicação humana. Afinal, a voz é responsável por transmitir mais de 38% do conteúdo emocional da fala numa conversa presencial e 82% nas conversas à distância, como no telefone ou no WhatsApp. A partir deste conhecimento, o grande benefício de ter participado é trazer atualização para a Univoz e oferecer o melhor para nossos clientes e empresas que conhecem a solidez do nosso trabalho.</p>
<p style="text-indent: 40px; text-align: justify; font-weight: bold;">• Na sua participação, você abordou o Programa de Saúde Vocal e Comunicação em empresas aplicados principalmente aos operadores de call center. Conte por que este assunto deve ser motivo de atenção entre as empresas deste e outros segmentos.</p>
<p style="text-indent: 40px; text-align: justify;"><strong>Ana Elisa: </strong>Estes profissionais sofrem com problemas relacionados à voz, pela própria característica do trabalho de depender da voz para o contato com o cliente. A falta de um programa de saúde vocal eficiente que atue com o real sentido da prevenção, traz prejuízos para o bem-estar do colaborador, sua qualidade de vida; mas também sofrem as empresas com mais afastamentos, licenças por problemas de voz, baixa qualidade e produtividade dos profissionais. No fim dessa linha de prejuízos mútuos, ainda está o risco de passivos trabalhistas para as organizações, uma vez que a disfonia (alterações na voz) já é reconhecida por respaldos legais como podendo ser relacionada ao aos aspectos ocupacionais. E mais do que apresentar uma solução paliativa, meu objetivo é mostrar que desenvolver as competências comunicativas e a voz é o melhor caminho para a prevenção de problemas relacionados às doenças ocupacionais, oferecendo conforto ao operador, professor, vendedores, facilitadores de treinamento e tantos outros profissionais, e segurança para as empresas.</p>
<p style="text-indent: 40px; text-align: justify; font-weight: bold;">• Quais são os benefícios conquistados pelas empresas que investem em Programas de Saúde Vocal para seus colaboradores?</p>
<p style="text-indent: 40px; text-align: justify;"><strong>Ana Elisa: </strong>Há dois níveis de resultados: o primeiro para os colaboradores, que ganham em qualidade de vida, conforto no trabalho e mantém a voz saudável para usá-la também em sua vida social; o segundo, para a empresa, que reduz números negativos relacionados ao absenteísmo, licenças, produtividade ou mesmo em questões trabalhistas.</p>
<p style="text-indent: 40px; text-align: justify; font-weight: bold;">• E o que é Ergonomia Vocal e como ela ajuda o trabalhador e as empresas?</p>
<p style="text-indent: 40px; text-align: justify;"><strong>Ana Elisa:</strong> Ergonomia é um termo muito conhecido que estuda o ambiente e suas variáveis para ajustá-lo ao homem, trazendo menos adoecimento, e maior qualidade de vida. Ergonomia Vocal foi um termo adotado por um estudioso finlandês e que nos remete ao cuidado global da voz no ambiente de trabalho. Uma vez que a voz pode ser afetada por múltiplos fatores, a Ergonomia Vocal analisa todos esses e busca minimizar seus impactos sobre a qualidade da voz dos trabalhadores. Então, analisamos e fazemos intervenções no ambiente, na organização do trabalho, nos serviços de saúde que apoiam o trabalhador da voz, entre outros. São desde intervenções simples como a observação se tem água à disposição do trabalhador para preservar a voz e a orientação sobre como aumentar esse consumo; ou na análise das pausas e no seu bom uso para repousar a voz. Mas atuamos em questões mais complexas como as orientações dos exercícios corretos para aquecer a voz e no autocontrole da voz diante do estresse inerente ao relacionamento com o cliente.</p>
<p style="text-indent: 40px; text-align: justify; font-weight: bold;">• A Univoz já vem utilizando os conceitos da Neurociência para os atendimentos, palestras e eventos. Quais são as novidades relacionadas a este tema que você conheceu no TVF?</p>
<p style="text-indent: 40px; text-align: justify;"><strong>Ana Elisa: </strong>Além dos conceitos de Neurociência, na Univoz já utilizamos os conhecimentos da Fonoaudiologia, Dinâmica dos Grupos, Comunicação Não-Violenta e Psicologia Positiva. E neste congresso assisti a apresentação do pesquisador alemão Boris Alexsander Kleber. Ele ressaltou que o cérebro tem sua plasticidade e que é uma máquina de aprender; que o cérebro aprende a cantar e é modificado pelo canto, o que pode ser um bom exercício para as funções cerebrais. Trouxe estudos interessantes mostrando que ao produzirmos nossa voz nos momentos de comunicação, ela pode ser acionada pelo sistema límbico, e neste caso agiremos emocionalmente como um ato reflexo podendo falar de um modo que não queremos; mas também pode ser controlada pelo córtex cerebral, e assim, poderemos usar a voz que queremos, a voz certa para aquele momento de comunicação. Tratamos desses controles em nossos cursos, coaching e consultorias da comunicação.</p>
<p style="text-indent: 40px; text-align: justify; font-weight: bold;">• Para encerrar, que orientações você daria para as empresas e também, para todos os profissionais que utilizam a voz a trabalho?</p>
<p style="text-indent: 40px; text-align: justify;"><strong>Ana Elisa: </strong>No congresso, a pesquisadora Mary Sandage, Ph.D. em Ciência do Exercício, pela Universidade de Auburn, mostrou que em um dia de trabalho as pregas vocais do operador de telesserviços percorre uma distância equivalente a 4,5 km e em professores, a distância pode chegar a 3,7 km, quando o adequado seria um pouco mais de 1km/dia. Então, operadores de call center fazem quatro vezes mais uso da voz e professores três vezes mais uso do que o recomendado. Para outros profissionais que se comunicam muito em ambiente de trabalho, como líderes de equipes, executivos, acreditamos que o uso vocal também é acentuado. Por isso, é fundamental que as empresas tenham a iniciativa de oferecer orientações de saúde vocal aos profissionais, possibilitar momentos para o condicionamento da voz nos PSV (Programas de Saúde da Voz), implante cuidados com a Ergonomia Vocal, e os trabalhos de Comunicação e Relacionamento Interpessoal. A comunicação é um ato de convivência e sobrevivência e temos a missão de cuidar para que ela esteja presente a vida toda auxiliando as pessoas em suas profissões e crescimento na carreira, mas também em suas relações pessoais.</p>
<p><a href="https://univoz.com.br/artigos/artigo-entrevista-Ana-Elisa-UNIVOZ.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13654" src="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419-237x79.jpg" alt="" width="237" height="79" srcset="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419-237x79.jpg 237w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419.jpg 240w" sizes="(max-width: 237px) 100vw, 237px" /></a></p>
<p><center></center>[agenda]</p>
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		<title>Se Prepare para Aquela Entrevista</title>
		<link>https://www.univoz.com.br/se-prepare-para-aquela-entrevista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Univoz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2018 17:46:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Univoz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser entrevistado em eventos como seminários ou congressos, ou até mesmo na TV ou radio, é um tipo de apresentação em público  que deixa muitos profissionais envergonhados e inseguros. Esses dois sentimentos podem atrapalhar seu desempenho e passar a impressão errada durante a entrevista. Você entende muito do assunto, mas só passará credibilidade se a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ser entrevistado em eventos como seminários ou congressos, ou até mesmo na TV ou radio, é um tipo de <strong>apresentação em público</strong>  que deixa muitos profissionais envergonhados e inseguros. Esses dois sentimentos podem atrapalhar seu desempenho e passar a impressão errada durante a entrevista. Você entende muito do assunto, mas só passará credibilidade se a sua comunicação verbal e não verbal também estiverem alinhadas com essa imagem de credibilidade.</p>
<p>O segredo é se preparar. Venha saber como!</p>
<h2>Antes, prepare o seu conteúdo</h2>
<p>As <strong>apresentações em público</strong> nessas situações de entrevistas têm menos risco de dar o famoso “branco”, pois as perguntas são feitas uma a uma, não é necessário memorizar um longo discurso como nas<a href="http://univoz.com.br/solucoes-para-voce/apresentacoes-de-impacto/apresentacao-em-publico/"> <strong>apresentações em público </strong></a>nas situações de palestra. Mas, mesmo assim, é bom você se preparar. Uma forma é você prever o que será perguntado. Elabore uma lista de perguntas mais prováveis e treine em voz alta como responderia. As respostas não devem ser muito longas, pois você tira a oportunidade do entrevistador ampliar as perguntas e você falar mais sobre variedades do mesmo assunto.</p>
<h2>Durante, escute com atenção</h2>
<p>Enquanto o jornalista, apresentador ou mediador do evento está elaborando a pergunta, aproveite esse tempo para ir organizando suas ideias com foco no que está sendo perguntado. Evite se distrair com câmeras, com a plateia ou com seus próprios pensamentos. Nosso cérebro nos trai e pensamentos como “Nossa, e se eu não souber responder”, podem surgir. Não fique com foco nesse negativo e aproveite o tempo para já lembrar de fatos, dados, exemplos que podem preencher suas respostas.</p>
<h2>Mantenha uma boa postura</h2>
<p>Linguagem corporal faz toda a diferença na maneira como os outros o veem. Ela é responsável por 55% da mensagem emocional transmitida quando você fala em público. Em uma <strong>apresentação em público</strong> nas situações de entrevista permanecer muito estático, com os ombros tensos e os braços cruzados pode mostrar distanciamento, insegurança e despreparo. Observe o ambiente, posicione-se voltado para o público ou para a câmera. Peça orientação para o entrevistador sobre a melhor posição e o enquadramento, ou seja, se for filmado, quais partes do corpo aparecerão; assim você saberá se deve fazer mais gestos ou não, se deve olhar para o entrevistador ou para a câmera, entre outros recursos importantes dessa situação.</p>
<p>Em cursos que abordam <strong>média training, voz, corpo e expressão, comunicação assertividade, inteligência emocional e técnicas de apresentação</strong>, você aprende como demonstrar, a partir de sua postura, que você tem autoridade e preparo para falar o que precisa, sem arrogância.</p>
<h2>Trabalhe sua comunicação verbal</h2>
<p>Saber se comunicar é a chave para dar uma boa entrevista. Afinal, você não quer que suas palavras sejam mal interpretadas ou que haja qualquer ambiguidade que possa levar a um desentendimento. Essa é uma das habilidades mais exigidas de um profissional competente: a a comunicação em sua amplitude, incluindo a expressividade, a riqueza do vocabulário, a construção do pensamento claro e objetivo, o respeito as regras da nossa língua, entre outros.</p>
<p>Leituras ajudam a ampliar vocabulário, gravar e se ouvir ajudam e verificar se a sua mensagem será facilmente entendida pelo ouvinte. Cursos de <strong>comunicação assertiva</strong> ou <strong>coaching</strong> pode ajudá-lo a alcançar esse objetivo.</p>
<h2>Tenha empatia</h2>
<p>Uma boa entrevista, assim como toda <strong>apresentação em público</strong>, depende também da sintonia que geramos com a plateia, com a audiência, com o estilo do programa e com o entrevistador. Ser mais leve quando a condução está descontraída, ser mais formal quando o estilo da entrevista pede, ajuda na aderência do público.</p>
<p>A empatia gera uma conexão e proximidade entre o entrevistado e o entrevistador e você poderá relaxar mais e se sair muito bem.</p>
<h2>Demonstre confiança</h2>
<p>Se você não tiver certeza do que está dizendo, tanto o entrevistador quanto as pessoas que assistirem a entrevista vão perceber. Confie em seus conhecimentos e defenda suas opiniões.  Afinal, você se preparou para isso. Mantenha uma voz agradável, mas firme e enfatize conteúdos que são o se diferencial. Fale de modo fluente, evitando hesitações como “ééé”, ãhhh”; isso transparece dúvida, ou ter perdido o fio da meada. Sua comunicação será melhor se você estiver seguro do que fala e transparecer essa segurança.</p>
<h2>Busque uma capacitação</h2>
<p>Processo de coaching ou cursos de <a href="http://univoz.com.br/solucoes-para-voce/apresentacoes-de-impacto/apresentacao-em-publico/"><strong>apresentação em público</strong></a>, <strong>voz, corpo e expressão</strong>, <strong>comunicação assertividade</strong> e <strong>inteligência emocional</strong>, e consultorias individuais em<strong> media training</strong> são oportunidades de aprender a lidar com situações desafiadoras, de estresse, de pressão. Neles, você descobre como melhorar sua postura, responder a perguntas difíceis e falar de forma clara e objetiva.</p>
<p>Você pode se preparar para uma entrevista apostando nessas dicas e procurando uma boa capacitação.</p>
<p>A Univoz conta com diversos cursos e eventos que podem ajudá-lo nesse momento. <a href="https://univoz.com.br">Venha conhecer nosso site</a>!</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13654" src="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419-237x79.jpg" alt="" width="237" height="79" srcset="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419-237x79.jpg 237w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419.jpg 240w" sizes="(max-width: 237px) 100vw, 237px" /></p>
<p>[agenda]</p>
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		<title>Evento Saúde Corporativa</title>
		<link>https://www.univoz.com.br/evento-saude-corporativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Univoz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2017 17:14:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Univoz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No evento Saúde Corporativa, tive o grande privilégio de aprender muito com uma apresentação atualizada e realista da pesquisadora Eileen McNeely da Harvard School of Public Health. Entre vários dados e visão de futuro, tive insights que gostaria de compartilhar aqui em nosso blog. O Instituto Galloup realizou uma pesquisa que levantou que 60% dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No evento Saúde Corporativa, tive o grande privilégio de aprender muito com uma apresentação atualizada e realista da pesquisadora Eileen McNeely da Harvard School of Public Health.</p>
<p>Entre vários dados e visão de futuro, tive insights que gostaria de compartilhar aqui em nosso blog.</p>
<p>O Instituto Galloup realizou uma pesquisa que levantou que 60% dos colaboradores não estão engajados. Sabemos que isso leva a prejuízos, muitas vezes não muito visíveis,  mas mensuráveis. Para empresas isso gera demora para finalização de tarefas e más entregas, erros maiores ou menores, atrasos, faltas&#8230; Para o trabalhador, insatisfação com o que faz, falta de propósito, desânimo. Com certeza gera Infelicidade de ambos os lados.</p>
<p>A professora Eileen trouxe pesquisa mostrando que quando estamos felizes com o trabalho ou vida social e entorno, um alimenta o outro, e aumenta o engajamento. A infelicidade em qualquer das pontas, gera o inverso.</p>
<p>E como engajar nossos colaboradores? São muitos os caminhos dessa felicidade, e um essencial é cuidar da saúde, e:</p>
<p>&#8211; Quando falamos em saúde, falamos do indivíduo e de todo seu entorno profissional, social, e na comunidade; falamos do quanto ele está feliz, satisfeito e realizado dentro e também fora do trabalho; falamos da qualidade de seus relacionamentos e de que forma ele consegue interferir na sociedade.</p>
<p>&#8211; A comunicação saudável entre colegas e com a liderança, que vem a incluir a clareza, a assertividade, a não-violência, o feedback próximo&#8230; colabora para relacionamentos positivos, e aumenta o engajamento. Uma empresa do México mediu que a fala agressiva da liderança era o primeiro motivo para faltas no trabalho. Por outro lado, mas completando esse raciocínio, uma pesquisa da Harvard levantou que o primeiro fator de bem-estar no trabalho vem da percepção de confiança no relacionamento com colegas e gestores, ser incentivado de forma positiva, sentir o apoio e a boa comunicação com as lideranças como pontos principais.</p>
<p>Olhar a saúde no trabalho é ampliar a visão de atuação para além da tarefa. Precisa cuidar de todos os pontos e dos relacionamentos.</p>
<p>O trabalho adoece quando mal implantado e gerido, mas é fator de saúde ao propiciar oportunidades e pertencimento. E a comunicação no ambiente de trabalho, consciente e excelente, é canal que pode viabilizar saúde, bem-estar, felicidade, engajamento e resultados para pessoas e empresas.</p>
<p>Ana Elisa Moreira-Ferreira</p>
<p>Diretora Executiva da Univoz</p>
<p><a href="https://univoz.com.br/artigos/artigo-evento_saude_corporativa-UNIVOZ.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13654" src="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419-237x79.jpg" alt="" width="237" height="79" srcset="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419-237x79.jpg 237w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419.jpg 240w" sizes="(max-width: 237px) 100vw, 237px" /></a></p>
<p>[agenda]</p>
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		<item>
		<title>Especial: Dê voz à sua comunicação &#8211; Artigo IV</title>
		<link>https://www.univoz.com.br/especial-de-voz-a-sua-comunicacao-artigo-iv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Univoz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2017 15:42:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos artigos anteriores da série “Dê VOZ à sua comunicação”, que você pode conferir aqui, nós falamos de um dos fenômenos mais intrigantes para a ciência, a voz e a expressividade, seu impacto nas relações sociais e profissionais. Quando falamos em voz estamos olhando para um fenômeno extremamente complexo que envolve dimensões biológicas, físicas e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos artigos anteriores da série “<strong>Dê VOZ à sua comunicação”</strong>, que você pode <a title="Blog" href="http://blogunivoz.rdstation.com.br/">conferir aqui</a>, nós falamos de um dos fenômenos mais intrigantes para a ciência, a voz e a expressividade, seu impacto nas relações sociais e profissionais. Quando falamos em voz estamos olhando para um fenômeno extremamente complexo que envolve dimensões biológicas, físicas e sociais. Neste artigo iremos tratar da face biológica da voz, seu funcionamento e, principalmente, sobre os problemas mais recorrentes.</p>
<p><strong> </strong><strong>A VOZ: A MÁQUINA SONORA DO NOSSO ORGANISMO</strong></p>
<p>Ainda não se sabe ao certo quando passamos a usar a fala para nos comunicarmos, nem quando aprendemos a modular nossa voz para transmitir os conteúdos que desejamos, mas é consenso que foi a partir daí que a humanidade passou a ter um avanço significativo nas relações sociais e, por consequência, uma evolução nas artes, técnicas e modos de vida. Por esta razão a voz ocupa uma posição central nas relações humanas, sendo possível afirmar que uma boa voz é o primeiro grande passo em direção à construção de relações pessoais, comerciais ou de trabalho cada vez mais eficientes.</p>
<p>Mas vamos dar um passo atrás e ver como ela funciona.</p>
<p>A voz é interessante de um ponto de vista biológico, pois coordena dois sistemas totalmente distintos: o respiratório e o digestivo. Como exemplo, sabemos que a função primeira da boca é a mastigação, enquanto que o da laringe (tubo onde se encontram as pregas vocais) é a respiração. No entanto, em anos de evolução, conseguimos fazer uma coordenação entre estes dois sistemas e nos tornamos capazes de produzir sons com significados tanto para o falante quanto para o ouvinte.</p>
<p>O processo de produção dos sons envolve os pulmões, a laringe, a língua, os dentes e, por fim, os lábios. Vamos analisar aqui apenas a primeira parte desse processo, ou seja, o pulmão e a laringe, onde se encontram as pregas vocais, as responsáveis pela produção do som da fala.</p>
<p>O pulmão funciona como um grande “balão”, ligado à boca e ao nariz por um tubo, a laringe. Por se tratar de uma “bolsa”, o pulmão é capaz de inflar e desinflar, variando seu volume. Enquanto ele infla temos a <em>inspiração</em>, quando ele desinfla temos a <em>expiração</em>, em geral, o ar entra e sai pelo nariz, embora isso também possa ocorrer pela boca. Durante a inspiração ou expiração o ar passará pela laringe, onde estão as pregas vocais, que são músculos revestidos por uma camada bem maleável (mucosa) dispostos em V, como indica a figura abaixo:</p>
<table class=" aligncenter" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://blogunivoz.rdstation.com.br/wp-content/uploads/2016/04/fona%C3%A7%C3%A3o1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-155" src="http://blogunivoz.rdstation.com.br/wp-content/uploads/2016/04/fona%C3%A7%C3%A3o1.png" alt="fonação" width="147" height="110" /></a></td>
<td><a href="http://blogunivoz.rdstation.com.br/wp-content/uploads/2016/04/respira%C3%A7%C3%A3o.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-156" src="http://blogunivoz.rdstation.com.br/wp-content/uploads/2016/04/respira%C3%A7%C3%A3o.png" alt="respiração" width="147" height="108" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Figura 1 – Em fonação</td>
<td style="text-align: center;">Figura 2 –  Na respiração</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h6 style="text-align: center;">(Você encontra mais informações em http://eaulas.usp.br/portal/video.action?idItem=4324)</h6>
<p>Quando respiramos as pregas mantêm-se abertas (figura 2), como na figura, de modo que o ar passa livremente pela nossa laringe. Quando vamos falar elas se fecham, neste momento o ar que vinha dos pulmões em direção ao exterior encontra a resistência, devido as pregas vocais estarem fechadas. No entanto, essa resistência não é forte o suficiente, dado que a força que o pulmão exerce é grande, assim as pregas se afastam parcialmente e o ar passa de forma constrita, isto é, com uma certa fricção, gerando uma movimentação da mucosa. Esses toques sucessivos entre as mucosas das pregas vocais geram um som, sendo este o princípio da voz. Você pode assistir as pregas vocais trabalhando no link <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YK_P3DbEkeQ">https://www.youtube.com/watch?v=YK_P3DbEkeQ</a></strong> e ainda entender toda a anatomia, para os mais interessados no tema, na animação produzida por uma fonoaudióloga francesa em <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZVIxVgPgIpA&amp;ebc=ANyPxKqmYsdnkhPlko8v2Bp_69Z4_tbcbNDtuWSLQ-gFJbwEye9KHCxfqIFoKQjCt7rP0TYYjsfWIkTYGJINOTCazbehSoWnYQ">https://www.youtube.com/watch?v=ZVIxVgPgIpA&amp;ebc=ANyPxKqmYsdnkhPlko8v2Bp_69Z4_tbcbNDtuWSLQ-gFJbwEye9KHCxfqIFoKQjCt7rP0TYYjsfWIkTYGJINOTCazbehSoWnYQ</a></strong> e nas teleaulas da USP em <strong><a href="http://eaulas.usp.br/portal/video.action?idItem=4324">http://eaulas.usp.br/portal/video.action?idItem=4324</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.projetohomemvirtual.org.br/">http://www.projetohomemvirtual.org.br/</a></strong></p>
<p>Façamos um teste: coloque a mão em sua garganta e fale um “aaaa”, você sentirá a garganta vibrando. Se tivéssemos apenas o som produzido pelas pregas vocais, ele seria um “buzz” contínuo, sem brilho ou variação. No entanto, esse som continua percorrendo um caminho pelas cavidades internas até sair pela boca e nariz, e nesse percurso se transforma. São essas transformações que geram os sons da fala, como as vogais.</p>
<p>Como temos tamanhos e formatos diferentes do rosto e, portanto, das cavidades internas, formações ósseas e musculares diferentes, é natural que nossas pregas vocais sejam diferentes e, por consequência, nossas vozes também, haja vista as vozes masculinas e femininas. Devido ao desenvolvimento de toda a estrutura na adolescência, com aparecimento de caracteres sexuais e crescimento da laringe (com evidência do pomo de adão nos meninos, por exemplo), além do tamanho e espessura das pregas vocais, é natural que a voz masculina se torne mais grave (grossa) e diferente da voz feminina, mais aguda (fina).</p>
<p>Você sabia, por exemplo, que as pregas vocais vibram muito rápido:</p>
<ul>
<li>Nos homens varia de 90 a 150 Hz, ou seja, são entre 90 a 150 toques sucessivos por segundo, tornando a voz grave</li>
<li>Nas mulheres de 180 a 250 Hz, tornando a voz aguda.</li>
</ul>
<p>Muito ágil, não é mesmo. Agora imagine ao final de um dia intenso de uso vocal, quantas vezes as pregas vocais se chocam? Por isso os cuidados são tão essenciais.</p>
<p>As pregas vocais tem um papel importante na produção da voz, sem elas seria inviável a produção natural de qualquer som da fala. Mas o conjunto do corpo humano é totalmente integrado. Então, outros fatores corporais podem gerar impacto na produção saudável e natural da voz, como a posição da cabeça e ombros enquanto, os acompanhamentos com gestos e meneios de cabeça, a expressão facial e o sorriso. O corpo é maestro da nossa voz! (Ana Elisa Moreira-Ferreira, 1998). O trabalho de potencialização e conforto para falar deve contemplar também <a title="Voz, Corpo e Expressão" href="http://www.univoz.com.br/index.php/voz-corpo-e-expressao"><strong>a expressividade do corpo e da voz integrados</strong>.</a></p>
<p>Esse funcionamento natural produz uma voz de qualidade estável e agradável. Mas é preciso destacar que a voz também pode não representar bem o falante, não ser agradável ou não parecer saudável. Se algum desses aspectos se evidenciarem, chamamos de disfonia, ou seja, toda e qualquer alteração da voz que comprometa sua comunicabilidade ou não atenda às necessidades do falante.</p>
<p>As disfonias não são nada mais que disfunções da forma de produzir os sons da fala e é preciso se atentar para um problema muito comum: as alterações da voz desencadeadas por lesões nas pregas vocais ou adquiridas devido a comportamentos e hábitos vocais nocivos. Como dito anteriormente, as pregas vocais são músculos e por esta razão é necessário termos cuidado com o uso delas.</p>
<p>Imaginemos alguém completamente despreparado fisicamente que tente bater o recorde dos 100 m rasos em uma Olimpíada ou mesmo em uma maratona de 42 Km, é bastante provável que esse sujeito se lesione e sinta dores terríveis ao fim dessa corrida, devido a ausência de preparo ou até mesmo de cuidados durante o exercício. Se ele insistir em não se preparar e correr é natural que as dores se tornem piores e até mesmo se tornem lesões irrecuperáveis.  <strong><a title="Voz, Corpo e Expressão" href="http://www.univoz.com.br/index.php/voz-corpo-e-expressao">Com orientações específicas</a></strong> conseguimos prevenir as disfonias e aumentar o potencial de produção vocal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Às vezes, fazemos o mesmo quando forçamos nossa voz para falarmos alto ou mesmo quando falamos por um grande período de tempo de forma ininterrupta. No caso da voz, os primeiros sintomas são a fadiga da voz, rouquidão, falhas na voz, chegando até a afonia, isto é a perda da voz por um determinado período de tempo. Hábitos vocais nocivos podem gerar lesões graves nas pregas vocais, capazes de alterar a voz impossibilitando até mesmo o exercício da profissão, caso comum entre professores ou operadores de telesserviços. Obviamente existem disfonias não relacionadas ao uso da voz, desencadeadas por outras doenças, como resfriados, processos alérgicos ou outras causas menos comuns.</p>
<p>Independente da causa, cuidados com a voz são essenciais, pois, como vimos, ela é o instrumento responsável pelas relações sociais, pela imagem que transmitimos de nós e, em alguns casos, é o principal instrumento de trabalho que dispomos. No link abaixo você irá encontrar um material que a UNIVOZ preparou para que você saiba sobre os principais cuidados  e os divulgue em sua empresa.  Também pode aprender <a title="Voz, Corpo e Expressão" href="http://www.univoz.com.br/index.php/voz-corpo-e-expressao"><strong>técnicas de expressão vocal e corporal em nossos treinamentos</strong>.</a></p>
<p><center></center><a href="https://univoz.com.br/artigos/artigo-de_voz_sua_comunicacao_IV-UNIVOZ.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13654" src="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419-237x79.jpg" alt="" width="237" height="79" srcset="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419-237x79.jpg 237w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419.jpg 240w" sizes="(max-width: 237px) 100vw, 237px" /></a></p>
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		<title>Especial: Dê voz à sua comunicação &#8211; Artigo III</title>
		<link>https://www.univoz.com.br/especial-de-voz-a-sua-comunicacao-artigo-iii/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Univoz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2017 15:35:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse é mais um artigo da série “Dê VOZ à sua comunicação”. No artigo passado  vimos as situações sociais e profissionais em que a voz pode fazer toda a diferença. Neste você irá conhecer o que é expressividade e sua importância. A EXPRESSIVIDADE DA VOZ Conhecer sua voz é como conhecer os limites do seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é mais um artigo da série <strong>“Dê VOZ à sua comunicação”</strong>. <a title="Artigo 2" href="http://blogunivoz.rdstation.com.br/especial-de-voz-a-sua-comunicacao-artigo-ii/">No artigo passado</a>  vimos as situações sociais e profissionais em que a voz pode fazer toda a diferença. Neste você irá conhecer o que é expressividade e sua importância.</p>
<p><strong>A EXPRESSIVIDADE DA VOZ</strong></p>
<p>Conhecer sua voz é como conhecer os limites do seu corpo. Atletas, dançarinos, atores, etc, fazem disso uma atividade constante, buscando sempre saber onde precisam aprimorar ou cuidar para evitar problemas. Aqueles que usam a voz como instrumento de trabalho: cantores, locutores, atores, atendentes, vendedores, professores, palestrantes, e etc, precisam também ter essa preocupação e buscar sempre a melhor expressividade vocal e o menor risco para as alterações da voz. O fonoaudiólogo é o profissional que auxilia na avaliação vocal e no entendimento dos recursos que podem ser potencializados ou minimizados para evitar problemas. Fazer uma análise crítica da sua qualidade e potencialidade vocal é um passo importante para otimizar o modo como você se comunica e sobre a sua expressividade.</p>
<p>E este é justamente o segundo ponto: uma fala natural, fluída e rica em expressividade é capaz de comunicar mais do que uma fala robótica, despida de qualquer traço de personalidade e fria. A expressividade vocal é fundamental para que o interlocutor entenda você, para que suas informações tenham significado para ele. Saber se expressar usando a voz é uma habilidade que requer treinamento e também o conhecimento dela, uma vez que será a partir deste conhecimento que você poderá explorar melhor seus recursos vocais.</p>
<p>A questão da expressividade é curiosa, pois somente a voz humana é capaz de se fazer soar com tantas “cores” diferente com o intuito de ser expressiva. Aliás, essa é uma das grandes dificuldades que engenheiros e linguistas têm enfrentado ao tentar criar uma máquina que seja capaz de se expressar como um humano, grandes progressos foram feitos no modo como vogais e consoantes são produzidos, mas a expressividade ainda é uma característica essencialmente humana, pois está relacionada à inúmeras variáveis como estrutura física, traços de personalidade, sentimentos e emoções no momento… E a sua expressividade, será que você está usando o máximo desta capacidade?</p>
<p>Quando falamos de expressividade, estamos pensando em um conjunto de elementos: a intensidade da voz, a entoação (como a variação melódica, as pausas e ênfases, o ritmo, os momentos de respiração), a dicção. Estes são os mais importantes e cada um deles exerce um papel diferente que combinados geram um resultado único.</p>
<p>A intensidade tem a ver com a “força”, é o falar forte ou falar fraco. Já a entoação tem a ver com as variações melódicas da voz, as variações entre graves e agudos, falar mais rápido ou devagar, as pequenas pausas ou ênfases que conferimos à uma determinada palavra. Essas combinações indicam se uma pessoa está brava, se ela está calma, além de indicar se alguém pretender dar uma ênfase a um determinado conteúdo da frase e não a outro, por julgar que aquele ponto é o mais importante na conversa. Já a dicção tem a ver com como as palavras são pronunciadas, articuladas pelo movimento da boca, língua…e tem forte relação com a inteligibilidade daquilo que é dito, ou seja, tornar a mensagem clara e audível.</p>
<p>Conseguir unir esses elementos é um exercício que demanda treinamento e conhecimento. Para se fazer uma análise crítica e saber onde e como aprimorar sua voz é necessário acompanhamento de um profissional fonoaudiólogo. Não apenas isso, é preciso também uma busca contínua pelo<a title="aprimoramento da voz" href="http://www.univoz.com.br/index.php/servicos/relacionamento-com-o-cliente/item/11-impacto-da-voz-nas-relacoes-com-o-cliente"> aperfeiçoamento</a>  tendo em mente que são diversos os contextos comunicativos em que a voz será usada.</p>
<p>“Mas eu nasci com essa voz e não consigo mudar”, “falo igual ao meu pai, não tem jeito”, “Esse jeito de falar é de família, todos são iguais”… será que isso é verdade para todos os casos e pessoas? De fato, temos uma voz determinada pela genética, pela cultura e histórico social, personalidade. Mas o sistema que produz a voz é bastante plástico, maleável, e mudanças são sempre possíveis, respeitando os limites de cada um. Com técnica específica e especializada, vale a pena tentar mudar produção da voz.</p>
<p>Vamos fazer um teste: experimente falar “Bom dia!” mais forte… e agora mais fraco, mais fino… e agora mais grosso, tente mais rápido… e bem devagar, estique uma vogal e depois uma outra. Conseguiu? Percebeu como cada uma dessas variações transmite uma intenção diferente? Se você conseguiu, demonstra que tem flexibilidade vocal e que é possível dar mais “cor” à sua voz na comunicação.</p>
<p>A voz é um cartão de visitas e ela é capaz de dizer muito sobre quem fala e sobre a empresa de quem fala. Também nas organizações, a voz é elemento de comunicação interpessoal essencial. Capacitar os colaboradores para que tenham mais domínio sobre os parâmetros vocais é uma forma de aperfeiçoar sua relação com o cliente externo, melhorar os relacionamentos corporativos intra e inter equipes, deixar clara a comunicação nas lideranças, além de ajudar a criar uma marca cada vez mais forte.</p>
<p>No próximo artigo iremos falar sobre a dimensão biológica da voz e os cuidados para mantê-la sempre saudável. Não perca!</p>
<p><a href="https://univoz.com.br/artigos/artigo-de_voz_sua_comunicacao_III-UNIVOZ.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13654" src="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419.jpg" alt="" width="240" height="80" srcset="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419.jpg 240w, https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Artigo-Download-e1687887212419-237x79.jpg 237w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></a></p>
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		<title>Dicas para conduzir uma boa reunião em sua empresa</title>
		<link>https://www.univoz.com.br/dicas-para-conduzir-uma-boa-reuniao-em-sua-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Univoz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2015 17:39:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Univoz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As reuniões em empresas podem ser produtivas e empolgantes ou enfadonhas e irrelevantes. O diferencial para o sucesso ou o fracasso de uma reunião pode estar na maneira como ela é conduzida. Acredite, isso não é um talento natural. A pessoa que conduz bem uma reunião não nasceu um “gênio” desta atividade. Ela apenas aprendeu com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As reuniões em empresas podem ser produtivas e empolgantes ou enfadonhas e irrelevantes. O diferencial para o sucesso ou o fracasso de uma reunião pode estar na maneira como ela é conduzida. Acredite, isso não é um talento natural. A pessoa que conduz bem uma reunião não nasceu um “gênio” desta atividade. Ela apenas aprendeu com a experiência ou treinou muito, dominando técnicas que trazem a excelência para uma reunião.</p>
<p>Essa habilidade não é perceptível ou artificial. Os participantes não percebem que estão sendo conduzidos e são levados de modo natural a aproveitarem este espaço de resolução, criação e discussão de ideias. Saber coordenar uma reunião irá agregar muito valor para a sua equipe, trazendo boas ideias para facilitar e melhorar o trabalho.</p>
<p>Confira algumas dicas que separamos para você deixar suas reuniões mais agradáveis e fluindo melhor. Colocá-las em prática, certamente, fará toda a diferença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Prepare-se para a reunião</h2>
<p>Preparar-se com antecedência para uma reunião irá ajudar muito a otimizar o tempo combinado. Escreva a pauta antecipadamente e pontue os principais assuntos a serem tratados. É possível até mesmo compartilhar a pauta antecipadamente com a equipe, a fim de que todos estejam a par e em concordância com os temas previstos para aquela reunião.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Determine o tempo para a reunião</h2>
<p>Com a pauta em mãos, é possível prever o tempo máximo de sua fala. Determine este prazo e, durante a reunião, vá controlando o tempo. Tenha cuidado com digressões para não fugir do foco da pauta e se estender demais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Quebrando o gelo</h2>
<p>O nervosismo é um problema muito comum. Muitas pessoas se sentem intimidadas ao falar em público, mesmo entre parceiros de trabalho ou diante de um pequeno grupo. Quando a reunião for tratar de um assunto mais delicado, também pode surgir uma menor disposição para falar e compartilhar soluções. Por isso, quebre o gelo. Conte uma história leve ou bem humorada, faça um comentário sobre algum fato corriqueiro ou se interesse pelo relato breve de algum participante. Faça as pessoas se sentirem confortáveis. Isso ajudará a conduzir melhor a reunião e aumentará a confiança dos participantes em você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Mas não perca o foco!</h2>
<p>Histórias e assuntos variados podem ser inseridos em uma reunião e até podem ajudar a quebrar o gelo, deixando-a mais agradável. Mas lembre-se: elas não devem tomar a maior parte do tempo de uma reunião. É apenas um breve momento de introdução. Vocês estão em uma reunião de trabalho, não em um <em>happy hour</em>. E o condutor é o responsável por trazer o foco e o objetivo do encontro aos participantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Seja simples!</h2>
<p>A simplicidade é uma arma eficaz para qualquer profissional, principalmente para quem vai conduzir uma reunião. Para obter essa simplicidade, você deve ter bem claro os objetivos e os motivos que levaram aquelas pessoas a se reunirem. Cuide para que a sua audiência fique menos dispersa. Um esquema, um gráfico, uma tela ou uma frase escrita no flipchart podem ajudá-los a se conectar com o assunto. Ajude-os a entender e focar no assunto. Seja simples! Pense simples!</p>
<h2>Exerça a escuta ativa</h2>
<p>Ouça com atenção o que o participante tem a dizer. Não o interrompa bruscamente, mesmo que você ache irrelevante o que ele está falando ou perguntando. Ao invés disso, conduza-o a falar mais objetivamente e faça perguntas para que ele retorne ao assunto da reunião. Se você demonstrar interesse e que está entendendo o que ele quer, isso aumentará a confiança dos participantes em você.  Líderes devem tomar muito cuidado para não expor uma pessoa que faça um comentário ou pergunta infeliz. Isso não significa contemplar tudo o que é dito, apenas cuide para não deixa-la em uma situação que será desconfortável para todos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Cuide da comunicação não verbal</h2>
<p>Você sabia que a maior parte do que é comunicado é feito por meio da comunicação não verbal? Em média 55% da mensagem é transmitida via gestos, 38% via voz, e 7% pelas palavras. Ter um bom domínio de ambas as linguagens é importantíssimo para conduzir bem uma reunião! Aproveite também para prestar atenção aos gestos e modo de falar dos participantes. Certamente você terá dicas importantes e sinceras do envolvimento da equipe e de como a reunião deve evoluir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Apague a imagem da tela</h2>
<p>Caso você esteja usando recursos de apresentação, é interessante de vez em quando apagar a imagem da tela e do monitor. É bem rápido. Se você estiver usando o Power Point, basta tocar na tecla do “ponto final”. Isso faz com que as atenções sejam voltadas para você. É um excelente momento para apresentar um argumento importante, ou aquela questão que necessita de mais concentração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Saiba perguntar</h2>
<p>Perguntar é uma arte! Crie perguntas que estimulem a participação de todos, que promova a inclusão nas decisões e gerem informações de valor para as tomadas de decisão. “Vocês concordam?”, “Vocês acham que está certo?” Esse tipo de pergunta induz automaticamente ao “sim” sem a verificação se a concordância é sincera. Prefira “O que vocês acham disto?” ou “Como podemos ampliar esse conceito?” ou “De que modo isso impacta no seu trabalho?”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Faça um resumo da reunião</h2>
<p>É interessante fazer uma síntese das principais decisões tomadas na reunião, como uma ata, da forma mais objetiva possível. Você pode envolver um colaborador nesse apoio, aumentando comprometimento dele com o momento. Envie a todos os participantes, frisando o mais importante, como prazos, próximos passos, etc. Isso fortalecerá o que foi visto e conversado no encontro e evitará retrabalhos ou outras reuniões desnecessárias com a mesma pauta.</p>
<p><strong>Então, gostou das nossas dicas? Coloque-as em prática e comente conosco os resultados!</strong></p>
<p><strong>Venha conhecer os nossos cursos “Técnicas de Apresentação” e “Comunicação Assertiva” e melhore a forma como você conduz as reuniões com sua equipe.</strong></p>
<p><a href="https://univoz.com.br/artigos/artigo-boa_reuniao-UNIVOZ.pdf"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-13619" src="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Artigo-Download-300x100.jpg" alt="" width="240" height="80" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dicas para uma locução profissional no Dia Mundial do Rádio</title>
		<link>https://www.univoz.com.br/dicas-para-uma-locucao-profissional-no-dia-mundial-do-radio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Univoz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2015 16:33:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Univoz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, 13 de fevereiro, é o Dia Mundial do Rádio e, para quem atua com voz e comunicação humana, como nós da Univoz, não poderíamos deixar de prestar nossa homenagem para esse veículo que penetra em nossas casas, nos acompanha em nosso carro, dissemina informação e entretenimento com alta penetração. O rádio foi inaugurado no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, 13 de fevereiro, é o Dia Mundial do Rádio e, para quem atua com voz e comunicação humana, como nós da Univoz, não poderíamos deixar de prestar nossa homenagem para esse veículo que penetra em nossas casas, nos acompanha em nosso carro, dissemina informação e entretenimento com alta penetração. O rádio foi inaugurado no Brasil em 7 de setembro de 1922 durante a inauguração da Exposição do Centenário da Independência na Esplanada do Castelo e teve sua primeira emissora de rádio inaugurada em 1923 por Roquette Pinto, a  Rádio Sociedade. Por trás das ondas sonoras transmitidas, o rádio dá espaço para um grande profissional nos bastidores dos estúdios: o locutor radialista, com seus diferentes estilos de interpretação, é capaz de dar vida para textos informativos, humorísticos, esportivos, jornalísticos e comerciais. Washington Olivetto, Chairman da WmcCann, em vídeo entrevista para o Clube da Voz refere-se aos locutores como “administradores da alegria” ressaltando a importância que uma voz tem para a publicidade.</p>
<p>O rádio mexe com nossa imaginação, vai além das imagens prontas que a televisão ou a internet nos impõe. Você já percebeu como ao ouvir o rádio, uma imagem completa se forma em sua mente? Você é capaz de imaginar o ambiente do estúdio, a personalidade do locutor e é capaz até de imaginar sua aparência e emoção. Por meio da voz também temos a ampla noção da leveza da informação pelas tonalidades suaves que um programa voltado para qualidade de vida imprime nas explicações de uma receita ovo-lacto-vegetariana. Mas essa mesma voz é capaz de transmitir a seriedade do atentado ao jornal Charlie Hebdo em janeiro de 2015.</p>
<p>Os radialistas têm vários papéis comunicativos e sua competência e profissionalismo se expressam pela flexibilidade vocal emprestada para cada estilo de locução. A velocidade de fala elevada caracteriza a locução esportiva, diferente de uma locução comercial que exige do locutor ampla flexibilidade para transmitir a mensagem subjacente ao produto ou serviço que se quer vender. Recebemos sempre contatos nos perguntando “Tenho chance de ser locutor de Rádio?” ou “Para ser um bom profissional é necessário dom ou técnica?”. Por que deveria ser um ou outro? Ambos coexistem e não se anulam. Você pode não ter nascido privilegiado na voz e fala, mas com treino e aprendizado de técnicas pode chegar lá. Alguém somente com dom, se não praticar e, não acompanhar a evolução da comunicabilidade da rádio ficará defasado em seu tempo. Então, para que o rádio continue nos encantando, o locutor precisa:</p>
<p><strong>DOM</strong>, que pode ser entendido como:</p>
<ul>
<li>Uma excelente habilidade de escuta para ser seu próprio <em>feedback</em>, percebendo se a voz está adequada para a situação de fala;</li>
<li>Ter voz naturalmente agradável de ser ouvida;</li>
<li>Uma anatomia, por vezes privilegiada, que oferece flexibilidade muscular para experimentar diferentes inflexões vocais;</li>
<li>Uma habilidade na fluência verbal e precisão articulatória para a mensagem ser sempre bem compreendida.</li>
</ul>
<p><strong>EXPERIÊNCIA</strong> também ajuda:</p>
<ul>
<li>Acompanhar a evolução do rádio, imprimindo o que se pede hoje: mais comunicabilidade e menos impostação, mais conversação e menos oratória. Ou seja, uma voz próxima do natural é desejada para a maioria das locuções do rádio. Não se aceita mais a artificialidade das vozes extremamente guturais, monotônicas ou com extremos de modulações. Os pesquisadores Warhurst, Mccabe, e Madill publicaram um estudo<a href="http://blogunivoz.rdstation.com.br/dicas-para-uma-locucao-profissional-no-dia-mundial-do-radio/#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a> em 2013 ressaltando que, para ser bem sucedido no rádio, os locutores atuais precisam ter uma ampla variedade de habilidades de comunicação.</li>
<li>Saber adequar a voz aos diferentes perfis de estação de Rádio, ao conteúdo que será locucionado e ao público ouvinte deste “dial”.</li>
</ul>
<p><strong>TÉCNICA OU TREINO</strong> para ajustes importantes:</p>
<ul>
<li>Por ser um profissional da voz e depender dela para atuar, vale conhecer técnicas de aquecimentos e desaquecimento, que protegem a voz de uma possível disfonia;</li>
<li>Existem exercícios que adequam a voz ao estilo. O locutor pode mudar de rádio ou de programa e nesta nova oportunidade, alguns ajustes interpretativos podem ser necessários. Fazendo com cuidado e técnica, ficará natural e não sobrecarregará as pregas vocais.</li>
<li>Lembrar que a locução nem sempre está vinculada a um texto puramente lido. Então, exige do locutor radialista amplo vocabulário e flexibilidade linguística, construídos com uma cultura diversificada para entrevistas ou comentários.</li>
</ul>
<p>A voz, a técnica, o treino e a experiência, além de muita dedicação, respeito aos ouvintes e compromisso com a comunicação e informação são os pontos essenciais para ser um excelente profissional do rádio e continuar nos encantando. Esse conjunto faz do locutor um profissional a ser admirado e, no Dia Mundial do Rádio, nós o homenageamos.</p>
<p><a href="http://blogunivoz.rdstation.com.br/dicas-para-uma-locucao-profissional-no-dia-mundial-do-radio/#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> <strong> </strong><strong>Warhurst S, McCabe P, Madill C. What Makes a Good Voice for Radio:</strong></p>
<p><strong>Perceptions of Radio Employers and Educators. </strong><strong>J Voice. 2013, 27(2): 217-24.</strong></p>
<p><strong>Conheça nosso curso “Locução – Expressividade Vocal para os Estilos Profissionais” e nossa consultoria individual para Locutores.</strong></p>
<p><strong>Ouça também a entrevista da fonoaudióloga Ana Elisa Moreira Ferreira, diretora da Univoz, na Rádio Bandeirantes, falando sobre o tema no link: <a href="http://migre.me/oAspU">http://migre.me/oAspU</a></strong></p>
<p><a href="https://univoz.com.br/artigos/artigo-dicas_locucao-UNIVOZ.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-13619 alignleft" src="https://www.univoz.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Artigo-Download-300x100.jpg" alt="" width="231" height="77" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[agenda]</p>
<p>O post <a href="https://www.univoz.com.br/dicas-para-uma-locucao-profissional-no-dia-mundial-do-radio/">Dicas para uma locução profissional no Dia Mundial do Rádio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.univoz.com.br">Univoz | Especialista em Comunicação Humana</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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