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	<title>Arquivos Assertividade - Univoz | Especialista em Comunicação Humana</title>
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	<description>A Univoz propõe soluções sob medida para empresas que buscam o desenvolvimento de seus colaboradores, com projetos totalmente adequados às suas expectativas e necessidades.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 07 Aug 2024 17:09:17 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Assertividade - Univoz | Especialista em Comunicação Humana</title>
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	<item>
		<title>Diferenças entre comunicação assertiva e comunicação agressiva</title>
		<link>https://www.univoz.com.br/diferencas-entre-comunicacao-assertiva-e-comunicacao-agressiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Angela]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 11:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assertividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comunicação é uma soft skill poderosa que usamos para expressar nossas ideias, sentimentos e necessidades. Duas formas distintas de comunicação que frequentemente são confundidas são a comunicação assertiva e a comunicação agressiva. Já ouviu falar nelas? Como são frequentemente confundidas, hoje vamos abordar as principais diferenças entre essas duas formas de se comunicar, e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A comunicação é </span><b>uma soft skill poderosa</b><span style="font-weight: 400;"> que usamos para expressar nossas ideias, sentimentos e necessidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Duas formas distintas de comunicação que frequentemente são confundidas são </span><b>a comunicação assertiva e a comunicação agressiva.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já ouviu falar nelas? Como são frequentemente confundidas, hoje vamos abordar as principais diferenças entre essas duas formas de se comunicar, e entender como cada uma impacta nossas relações.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é a Comunicação Assertiva?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://www.univoz.com.br//product/assertividade-e-seus-arquetipos-data-15-04-2024/?s=assertividade"><span style="font-weight: 400;">comunicação assertiva</span></a><span style="font-weight: 400;"> é caracterizada pela sua clareza, objetividade e respeito. Uma pessoa assertiva </span><b>expressa suas opiniões, desejos e sentimentos </b><span style="font-weight: 400;">de maneira direta e honesta, defendendo suas opiniões, mas sem desrespeitar os direitos dos outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse estilo de comunicação promove um ambiente de respeito mútuo e cooperação, e é muito importante para o sucesso de todos os profissionais em qualquer empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, devido à sua natureza segura e direta, muitas pessoas costumam confundir essas qualidades, acabando por se comunicar de forma agressiva e até mesmo desrespeitosa.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Mas o que define uma comunicação agressiva?</span></h2>
<p><a href="https://www.univoz.com.br//desvendando-o-que-e-comunicacao-assertiva-o-perfil-passivo-agressivo/?s=assertividade"><span style="font-weight: 400;">A comunicação agressiva</span><span style="font-weight: 400;">,</span></a><span style="font-weight: 400;"> por outro lado, é marcada por um comportamento dominador e muitas vezes hostil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma pessoa que se comunica agressivamente tenta impor suas opiniões e vontades sobre os outros, desconsiderando os sentimentos e direitos alheios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse estilo de comunicação geralmente </span><b>gera conflitos e ressentimentos.</b></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Diferenças entre comunicação assertiva e comunicação agressiva</span></h2>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Comunicação Assertiva</b></td>
<td><b>Comunicação Agressiva</b></td>
</tr>
<tr>
<td>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Clareza, objetividade e honestidade.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Respeito próprio e ao próximo.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Equilíbrio entre suas necessidades pessoais e a dos outros.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Autoestima e valorização própria sem menosprezar os outros.</span></li>
</ul>
</td>
<td>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Tentativa de controlar ou intimidar os outros para alcançar seus objetivos.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Falta de consideração pelos sentimentos, opiniões e direitos dos outros.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Uso de volume de voz mais forte e palavras ríspidas, até ofensivas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Insegurança mascarada pela agressividade</span></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span style="font-weight: 400;">Exemplos das diferenças entre comunicação assertiva e agressiva.</span></h2>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Comunicação Assertiva</b></td>
<td><b>Comunicação Agressiva</b></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">“Eu quero participar do projeto porque sei que posso contribuir significativamente.”</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">“Eu vou participar do projeto de qualquer forma.”</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">“Entendo seu ponto de vista, e agradeço sua contribuição. Mas existem riscos desta forma. Vou te apresentar uma outra opção.”</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;"> “Sua ideia não é boa; é melhor fazermos desse jeito.”</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">“Como podemos encontrar uma solução que funcione para ambos?”</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">“Já encontrei essa solução, e é melhor seguirmos assim.”</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: 400;">Entender a diferença entre comunicação assertiva e agressiva é fundamental para construir relacionamentos mais saudáveis e produtivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto a comunicação agressiva cria barreiras e conflitos, a comunicação assertiva promove entendimento e colaboração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Invista em sua capacidade de se comunicar de maneira assertiva e veja como isso pode impactar positivamente suas relações pessoais e profissionais.</span> <a href="https://www.univoz.com.br//"><b>Conheça os cursos Univoz e desenvolva sua comunicação assertiva.</b></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Publicado Ana Elisa Moreira Ferreira</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diretora da Univoz</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Consultora em comunicação humana</span></p>
<p><a href="http://www.univoz.com.br"><span style="font-weight: 400;">www.univoz.com.br</span></a><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Apoios de linguagem: você perde a objetividade por causa desse “vício”?</title>
		<link>https://www.univoz.com.br/apoios-de-linguagem-voce-perde-a-objetividade-por-causa-desse-vicio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Angela]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 12:14:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Assertividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os chamados, popularmente, “vícios de linguagem” são expressões que usamos em nossa comunicação, geralmente desnecessárias ou erradas. Existem vários tipos como as cacofonias (palavras aglutinadas que geram uma terceira, como por exemplo: “cadê ela?” cuja sonoridade transformam em “cadela”);  o pleonasmo (uso de expressões de modo redundante, como em “subir para cima”), além de vários [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Os chamados, popularmente, “vícios de linguagem” são expressões que usamos em nossa comunicação, geralmente desnecessárias ou erradas. </span><b>Existem vários tipos como as cacofonias</b><span style="font-weight: 400;"> (palavras aglutinadas que geram uma terceira, como por exemplo: “cadê ela?” cuja sonoridade transformam em “cadela”);  o pleonasmo (uso de expressões de modo redundante, como em “subir para cima”), além de vários outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo quero ressaltar um “vício” bastante comum: </span><a href="https://www.univoz.com.br//14569-2/"><span style="font-weight: 400;">os apoios de linguagem.</span></a><span style="font-weight: 400;"> São palavras que se repetem durante nossa comunicação, nos fazendo perder a objetividade, geralmente por essa ocorrência de modo excessivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também são palavras sem função comunicativa na oração uma vez que não ajudam no entendimento, ou sem sentido útil, pois  não completam a mensagem. Pelo contrário, quando frequentes, chamam mais a atenção do que o próprio conteúdo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem diferentes expressões considerados apoios, por exemplo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>gírias</b><span style="font-weight: 400;"> (“valeu”, “mano”, “cara”, “tipo assim”);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>expressões de confirmação</b><span style="font-weight: 400;"> (“entendeu”, “certo”, “concorda”, “tá entendendo”);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>palavras</b><span style="font-weight: 400;"> ou </span><b>expressões habituais que marcam uma pessoa</b><span style="font-weight: 400;"> – um cliente que atendi em consultoria da comunicação não percebia que cada 2 ou 3 frases repetia o advérbio “então” ou a conjunção conclusiva “portanto”; um outro usava expressões prontas que se repetiam: “como ia dizendo” ou “de novo” eram algumas delas.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao analisarmos a frase e verificarmos que tais palavras não são, de fato, necessárias naquela informação, e que surgem com frequência, já consideramos como apoios de linguagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre esses e outros tipos de apoios, os mais comuns são as</span><b> contrações </b><span style="font-weight: 400;">do advérbio “não é” para “né” e da palavra “está” para “tá”. </span><a href="https://www.univoz.com.br//14569-2/"><span style="font-weight: 400;">São especialmente usados como expressões de confirmação.</span></a><span style="font-weight: 400;"> No entanto, podem surgir aleatoriamente na fala dos comunicadores menos atentos, sem esse significado confirmatório, mas para preencher pausas ou na mudança de assunto, como se a expressão finalizasse uma ideia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eles podem acontecer por vários motivos, entre eles:</span></p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Hábito</b></li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Nos acostumamos a dizer tais palavras e nem mesmo nos damos conta.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Convívio</b></li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Um familiar ou amigo repete tanto determinada palavra que nosso cérebro capta e passa a usar também.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Incômodo com as pausas normais</b></li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">As pausas na comunicação são importantes, mas às vezes nosso incômodo com o silêncio é grande e acabamos por preenchê-lo com palavras.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Falta de vocabulário</b></li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Quando nos faltam palavras úteis, substituímos por palavras repetidas.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Insegurança</b></li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Quando diante de situações que desencadeiam medo de falar ou estado de tensão, nossa fluência se altera, surgindo espaço para repetirmos palavras sem necessidade;</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Falta de preparo com a apresentação</b></li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="2"><span style="font-weight: 400;">Ao esquecer ou perder o fio da meada, acabamos usando apoios de linguagem para dar tempo de lembrarmos do conteúdo.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como reduzir os apoios de linguagem</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não existe uma orientação única. Primeiro tente identificar, entre os fatores listados anteriormente, </span><b>se um deles se aplica à sua comunicação.</b><span style="font-weight: 400;"> Assim, você poderá lidar de forma mais assertiva com o problema. Por exemplo, se percebe que a questão é seu vocabulário pouco variado, procure ler mais, anote as palavras novas e busque seu significado, procurando usá-las em outros momentos.</span></p>
<p><a href="https://www.univoz.com.br//pare-de-dar-voltas-o-que-fazer-para-perder-a-prolixidade-2/"><span style="font-weight: 400;">Existem várias outras formas de reduzi-lo</span></a><span style="font-weight: 400;"> como repetir sua apresentação em voz alta, mas com a atenção voltada para essas palavras intrusas, pedir feedback para alguém de sua confiança, realizar treinamentos específicos com profissionais especializados em Comunicação Humana Consciente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No próximo artigo vou ressaltar algumas outras estratégias importantes para se livrar, de vez, desse “vício” e deixar sua fala mais objetiva. Afinal, eliminar o que distrai a sua audiência, aumenta o entendimento do conteúdo que você está disseminando.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como desenvolver sua comunicação e mudar esse hábito?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A transformação no modo de falar é efetiva quando há conscientização, observação por vídeos e gravações e por fim, testar, testar e muita prática.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você pode contar com o apoio da Univoz para o seu desenvolvimento participando dos cursos abertos e in company sobre os temas: Argumentação, Assertividade,  Objetividade, Expressividade, Oratória e montando a Trilha de Aprendizagem “Comunicação Consciente” ou por soluções individuais: assessment, coaching, mentoria.</span></p>
<h2><a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511991254248&amp;text=Ol%C3%A1,%20tenho%20uma%20d%C3%BAvida!%20Vim%20do%20Artigo"><span style="font-weight: 400;">Clique aqui e fale com a gente agora mesmo!</span></a></h2>
<hr />
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Ana Elisa Moreira-Ferreira</strong><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Diretora Executiva da Univoz<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Fga. Ma. Coach e Consultora em Comunicação Humana Consciente</span></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pare de dar voltas: O que fazer para perder a prolixidade</title>
		<link>https://www.univoz.com.br/pare-de-dar-voltas-o-que-fazer-para-perder-a-prolixidade-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Angela]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2024 13:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Assertividade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.univoz.com.br/testes/wordpress/testes/wordpress/?p=14574</guid>

					<description><![CDATA[<p>“As pessoas se queixam que falo muito, ficam cansadas nas reuniões e já percebi que param de prestar atenção, perco a plateia.” Isso acontece com você? Essa é uma queixa bastante comum aqui na Univoz, nos trabalhos de consultoria de comunicação. Se você fala em público, em treinamentos, em apresentações de projetos, em reuniões, não [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">“As pessoas se queixam que falo muito, ficam cansadas nas reuniões e já percebi que param de prestar atenção, perco a plateia.” Isso acontece com você?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa é uma queixa bastante comum aqui na Univoz, nos trabalhos de consultoria de comunicação. Se você fala</span><b> em público, em treinamentos, em apresentações de projetos, em reuniões, </b><span style="font-weight: 400;">não importa a situação, objetividade é uma necessidade do mundo atual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não temos tempo a perder!</span><b> A quantidade de atividades para executar nas empresas, </b><span style="font-weight: 400;">somada a frequência de reuniões, de momentos de calibração, de feedback, ou os contatos com vários stakeholders, pede </span><b>pessoas objetivas.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por todo esse cenário, tenha sempre uma comunicação mais direta – o que chamamos de</span><b> LINHA RETA</b><span style="font-weight: 400;">: não vá e volte em assuntos já ditos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Repetir o que explicamos pode ser bem atencioso se percebemos que não houve entendimento por parte dos ouvintes. Mas aqui estamos falando do hábito de se repetir, </span><b>a prolixidade.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dar voltas para dizer o que pensa pode estar relacionada a falta de assertividade, ou até mesmo a insegurança ou medo de tocar em um assunto delicado. Pode também ser resultado da falta de conhecimento ou de experiência em um determinado assunto; então você precisa repetir, dar voltas para organizar o pensamento e poder falar depois.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como sempre digo: “porque você fala do jeito que fala depende de uma série de fatores, já que a comunicação é multidimensional. Descobrir o ponto que está causando problemas e precisando de atenção nem sempre é fácil, mas é necessário para a solução ser certeira”. Então, avalie qual ponto impacta na falta de objetividade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma avaliação por especialista também ajuda muito. Mas quero falar aqui de uma característica de quem dá voltas para falar ou repete aquilo que já foi dito por um motivo muito comum: </span><b>a insegurança sobre a compreensão por parte de quem está escutando.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como disse, é um comportamento de muita consideração com o outro repetir algo que </span><span style="font-weight: 400;">não tenha ficado claro. Isso faz com que o ouvinte não precise se expor dizendo “não entendi, pode repetir”. Nem sempre as pessoas gostam de se expor desta forma, especialmente em reuniões de trabalho, na frente de colegas e líderes; então, se calam e carregam suas dúvidas. O comunicador, percebendo isso, já reorganiza sua fala e repete a explicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, se repetimos por hábito, por achar que nunca entendem o que dizemos, isso precisa de atenção. Antes de repetir a informação já passada:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Verifique se aquilo que você falou teve</span><b> concisão, coerência, correção, coesão, clareza</b><span style="font-weight: 400;"> – não adianta repetir um conteúdo sem esses </span><b>5C’́s da comunicação,</b><span style="font-weight: 400;"> pois vão continuar não compreendendo;</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Antes de repetir, faça uma checagem se houve compreensão. Mas não pergunte “vocês entenderam?” – pode ter certeza que a maioria irá dizer um sonoro “sim” sem que, de fato, seja verdade. Faça perguntas diferenciadas do “sim” ou “não” como resposta, por exemplo:</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Vou abrir espaço para dúvidas”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Até aqui, para quais pontos vocês querem mais detalhes?”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ou, “Esse tema é desafiador. Então, quero saber sobre as dúvidas que ficaram.”</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Quando sentir que é importante repetir, deixe claro que está consciente que vai </span>retomar por algum motivo importante:</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Quero ressaltar esse aspecto&#8230;”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Vou detalhar mais esse ponto&#8230;”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Quero voltar para deixar mais claro&#8230;”</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><a href="https://conteudo.univoz.com.br/voce-sabe-como-seu-cerebro-percebe-o-mundo-e-se-comunica"><span style="font-weight: 400;">Comunicação é para o outro,</span></a><span style="font-weight: 400;"> portanto é importante que compreendam o que você diz. </span><span style="font-weight: 400;">Mas somente repetir, e repetir, e repetir, desqualifica a inteligência da sua audiência, </span><span style="font-weight: 400;">cansa, distrai e compromete a sua imagem de comunicador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Preste atenção nesses aspectos. Também pode buscar apoio em treinamentos </span><span style="font-weight: 400;">especializados ou consultoria individual da comunicação que ajudam muito a </span><span style="font-weight: 400;">identificar o problema e buscar uma solução certeira.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como desenvolver sua habilidade de comunicação?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como ser mais objetivo requer conhecimento do seu perfil comunicativo, entender as </span><span style="font-weight: 400;">necessidades do público-alvo e praticar técnicas de aprimoramento da comunicação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você pode </span><b>contar com o apoio da Univoz para o seu desenvolvimento </b><span style="font-weight: 400;">participando dos cursos abertos sobre Assertividade!</span></p>
<h2><a href="https://www.univoz.com.br//"><span style="font-weight: 400;">Clique aqui e fale com a gente agora mesmo!</span></a></h2>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Por que algumas pessoas têm suas ideias ouvidas e outras não?</title>
		<link>https://www.univoz.com.br/14569-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Angela]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2024 13:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Assertividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você está em grupo, em uma reunião de trabalho ou entre amigos. Surge um assunto e você dá uma opinião que julga muito pertinente. Mas ninguém comenta suas ideias, ou faz perguntas sobre ela para mostrar interesse, também não concordam mostrando que as consideram relevantes. Minutos depois um colega deste grupo faz o mesmo comentário [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Você está em grupo, em uma reunião de trabalho ou entre amigos. Surge um assunto e você dá uma opinião que julga muito pertinente. Mas ninguém comenta suas ideias, ou faz perguntas sobre ela para mostrar interesse, também não concordam mostrando que as consideram relevantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Minutos depois um colega deste grupo faz o mesmo comentário que você fez naquele momento; então, ele recebe elogios, cumprimentos, concordâncias, e essa opinião é comentada, partilhada ou valorizada, até mesmo acatada como ideia também do grupo.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Por que algumas pessoas têm suas ideias ouvidas e outras não? Isso acontece com você? </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Frustrante, não é mesmo! Mas saiba que não está sozinho!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitos percebem o mesmo. Com todos nós isso já aconteceu pelo menos uma vez, mas com algumas pessoas esse cenário se repete nos grupos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é uma questão apenas para os tímidos ou introvertidos. </span><a href="https://www.univoz.com.br//a-assertividade-e-seus-arquetipos-opostos/"><span style="font-weight: 400;">Até mesmo pessoas muito espontâneas e comunicativas podem passar pelas mesmas situações.</span></a><span style="font-weight: 400;"> Muitos aspectos pessoais e interpessoais estão envolvidos e aqui gostaria que você se apoiasse sempre em 2 reflexões:</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">SOBRE AS QUESTÕES PESSOAIS</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Primeiro faça o exercício de olhar para você e levantar aspectos que podem estar influenciando essa dinâmica de não ser ouvido. Será que:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Seu discurso é longo, dura muito tempo e as pessoas perdem a atenção em você e na sua ideia?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sua expressividade é mais neutra, sem muita energia positiva e faz com que não se interessem, pois nem mesmo você está passando a ideia com segurança e motivação?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Suas ideias saem de forma truncada, sem uma ordem lógica que facilite compreender seu pensamento?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Costuma falar muito, ter necessidade de dar opinião todas as vezes. Então, quando fala algo, mesmo que muito interessante, não tem a mesma força e importância para quem escuta, fica perdido no meio de muitas outras informações sem relevância?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Você fala usando uma linguagem complicada, de difícil compreensão e, por isso, quando alguém fala o mesmo, só que de modo mais simples, reverbera melhor no grupo?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sua opinião vem sempre com alguma carga emocional não tão positiva para ser acatada: uma imposição, um jeito de “dono da verdade”, ou como se você se sentisse o ser mais experiente do grupo? Isso causa grande rejeição do grupo.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Falta carisma? Essa característica é uma combinação de voz, gestos, ritmo, formas de falar e também suas atitudes.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Especialmente se </span><a href="https://conteudo.univoz.com.br/voce-sabe-como-seu-cerebro-percebe-o-mundo-e-se-comunica"><b>o fato de não ser ouvido acontece em um grupo de pessoas</b></a><span style="font-weight: 400;"> já conhecidas, elas já analisaram sua comunicação, já presenciaram uma ou mais dessas características listadas acima e, quando você fala, já pode trazer alguma dificuldade de manterem a atenção em você.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba que nem sempre as pessoas reagem ignorando o que você fala de forma consciente e proposital. Todas essas características de comunicação listadas geram, inconscientemente, rejeição pelo nosso cérebro e nossos impulsos de reagir não acatando a opinião podem ser automáticos.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">SOBRE AS QUESTÕES INTERPESSOAIS</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora analise seu status e posição no grupo e as relações interpessoais que foram construídas entre os participantes. Será que:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O grupo já se fechou em parcerias e você ainda não conseguiu conquistar aliados?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O grupo construiu rótulos sobre você por alguma postura anterior e não valoriza mais sua fala?</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Existe alguém no grupo supervalorizado, com status ou posição hierárquica? Nesse caso há uma tendência de suas opiniões serem sempre as mais comentadas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Existe algum viés inconsciente presente no grupo que acaba interferindo na leitura que fazem sobre você? Podem ser vieses relacionados ao seu cargo, tempo na empresa, laços de amizade, e muitos outros envolvidos.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Para todos esses, vale sempre lembrar que cada grupo tem sua dinâmica e observá-la e saber como se inserir nele é essencial para a boa comunicação. Como reforça Fela Moscovici sobre as Dinâmicas dos Grupos nas relações de trabalho, </span><b>as interações que se estabelecem </b><a href="https://www.univoz.com.br//a-comunicacao-consciente-apoiando-a-lideranca-humanizada/"><b>entre pessoas e as forças presentes</b></a><b> dentro dos grupos</b><span style="font-weight: 400;"> são diversificadas e fortes que podem prejudicar até o andamento e resultado das tarefas e dos projetos. Você pode ter uma ideia fantástica para o desentrave de um projeto na sua empresa, e </span><a href="https://www.univoz.com.br//a-assertividade-e-seus-arquetipos-opostos/"><span style="font-weight: 400;">ela não ser acatada por causa dessas forças internas nos grupos.</span></a><span style="font-weight: 400;"> Trago um exemplo de trabalho, mas isso acontece em todos os tipos de grupos estabelecidos (familiares, sociais, filantrópicos, etc).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Listei apenas 11 motivos. Sim, “apenas”, pois tem muitos aspectos que podem estar envolvidos e influenciar para você não ser ouvido. Analise cada um e veja qual se assemelha ao seu estilo de comunicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todas essas características listadas podem ser trabalhadas em cursos de assertividade, expressividade e, principalmente, pelo coaching específicos de comunicação, e </span><a href="https://www.univoz.com.br//a-comunicacao-consciente-apoiando-a-lideranca-humanizada/"><b>suas habilidades de comunicador transformadas</b></a><span style="font-weight: 400;"> para suas ideias serem melhor recebidas, criando reverberação no grupo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, não importa onde está a questão que impacta em não ser ouvido(a), aquele que tem uma boa autoestima, sabe exatamente o que está dizendo, e tem segurança que está certo, se fortalece e não desiste de ser ouvido, repete sua ideia e, apesar de sair magoado ou incomodado, vai continuar se expressando.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A dificuldade maior é para aqueles mais reservados, mais tímidos ou até com baixa autoestima, e uma cena como essa em um grupo pode neutralizar todas as suas outras participações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso se fortaleça, trabalhe sua comunicação pessoal e cuide de suas relações no grupo para que os fatores de barreiras na comunicação diminuam e as conversas fluam com suas opiniões sendo ouvidas.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como melhorar nosso posicionamento para ser mais ouvido(a)?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O olhar para o </span><a href="https://conteudo.univoz.com.br/voce-sabe-como-seu-cerebro-percebe-o-mundo-e-se-comunica"><b>nosso perfil como comunicador</b></a><span style="font-weight: 400;"> é o primeiro passo para tornar nossa comunicação mais consciente e saber interagir melhor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, convido você a percorrer trilhas do autoconhecimento da COMUNICAÇÃO CONSCIENTE, da LIDERANÇA, das APRESENTAÇÕES DE ALTO IMPACTO e de MULTIPLICADORES DO CONHECIMENTO oferecidas pela UNIVOZ.</span></p>
<h2><a href="https://www.univoz.com.br//"><span style="font-weight: 400;">Conheça nosso curso de comunicação assertiva e crie mais impacto na sua comunicação.</span></a></h2>
<p>O post <a href="https://www.univoz.com.br/14569-2/">Por que algumas pessoas têm suas ideias ouvidas e outras não?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.univoz.com.br">Univoz | Especialista em Comunicação Humana</a>.</p>
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